[ Vox populi vox Dei ]

2010-12-19

«O PORQUINHO da ÍNDIA (Caviinae) - Vulgo: " COBAIA"! »

 Porquinho da Índia
COBAIA



Há alguns dias (10 de Dezembro p.p.), comemorou-se o "Dia Internacional dos Direitos dos Animais". Mais uma oportunidade para algumas [muitas] consciências terem o seu dia hipócrita, dedicando algum tempo à 'bicharada' e, logo a seguir, deixarem os princípios humanos adormecidos por mais um ano, continuando indiferentes aos atentados de toda a espécie, assistindo a Circos e Touradas, vestindo roupagens confeccionadas de peles naturais, beneficiando placidamente dos resultados de experiências laboratoriais efectuadas em criaturas, que não estão no palco da Natureza para serem martirizados em prol da Ciência química, seja medicamentosa, ou cosmética. 

Desde o Século XIX que os porquinhos da Índia são um dos animais de laboratório de emprego mais corrente. Pouco exigentes na qualidade de alimentação e muito prolífica, a cobaia é dos animais de experimentação mais económicos. É um animal de orelhas curtas, cauda reduzida a uma pequena protuberância arredondada; molares resistentes; dedos separados, sendo três nas patas posteriores e quatro nas anteriores; pelagem geralmente irregular na cor, pois são geralmente brancos com malhas negras, amarelas ou ruivas, mais ou menos largas e desiguais, sendo extremamente bonitos. Carece de alimentação em quantidade, passando perfeitamente sem beber quando lhe abundam nos alimentos plantas suculentas.

Em repouso sustenta-se sobre as quatro patas, pousando o ventre no chão; algumas vezes, porém, apoia-se exclusivamente sobre a parte posterior do corpo e, como muitos poucos roedores, leva à boca os alimentos com as extremidades dianteiras [como os esquilos]. É muito sociável. Macho e fêmea vivem sempre juntos, manifestando um pelo outro grande ternura e, como são muito limpos, passam o seu tampo lambendo-se um ao outro. Enquanto um dorme, o outro vela pela sua segurança e quando o primeiro prolonga o sono por tempo demasiado, o outro acorda-o, lambendo-o, para, por sua vez, cair no sono.

Os indivíduos do mesmo sexo vivem em boas relações de harmonia, excepto quando se trata de apanhar o melhor quinhão de alimento ou o melhor lugar para dormir... Os machos que perseguem uma mesma fêmea batem-se violentamente e a luta só termina quando um dos contendores foge ou entrega espontaneamente a fêmea ao vencedor.

A cobaia é um animal extremamente fecundo. A fêmea tem, em geral dois partos por ano, e, em cada parto, tem três, quatro ou mesmo cinco filhos. Estes nascem já inteiramente formados e com os olhos abertos; com poucas horas de vida estão já aptos a acompanhar a mãe, que tem por eles um afecto inexcedível e que os aleita durante dez a quinze dias, embora estes possam alimentar-se de comida dos pais dois ou três dias após o nascimento. Ao fim de cinco ou seis meses estão aptos a reproduzirem-se, embora atinjam o estado adulto aos oito ou nove meses de idade. Sendo bem tratados, vivem até aos seis ou oito anos. 

Foi-lhe dado aquele nome - porquinho da Índia -, embora esteja sobejamente provado que a sua origem não é a Índia, mas sim a América.

 


Um erro de navegação é o responsável pelo nome Porquinho da Índia. No Século XVI, quando os navegadores espanhóis buscavam um novo caminho para as índias, em busca de especiarias, por engano estavam em terras Sul-americanas, mais exactamente no actual Perú. Após provarem 'churrascos' de um certo animalzinho que os nativos conheciam por Cuí (e assim o chamam até hoje por causa dos seus gritinhos semelhantes ao som emitido pelos porcos jovens), simpatizaram com o animal e adoptaram-no como mascote.
Regressaram ao continente com vários deles nas bagagens e com um nome equivocado, "porquinho-da-Índia".
Mas as confusões não ficaram por aí! Logo após a chegada a Espanha, os porquinhos tornaram-se uma moda e ganharam a simpatia de toda a Europa e o Novo Mundo, não como alimentação, como eram e ainda são utilizados no Perú, mas como animais de estimação. Em inglês, são chamados Guinea Pigs!

Existe uma teoria de que tal nome lhes foi atribuído porque os navegantes (agora ingleses), ao retornarem da América do Sul, trazendo o «mascote predilecto da Europa», paravam na Guiné, um país da costa africana. Ao saberem dessa escala, as pessoas achavam que o bichinho vinha da Guiné... e não do Perú.


 Manifestação contra experiências laboratoriais 
com animais vivos


Porquinho da Índia, ou  Guinea Pig 
Cobaia é que não




Estas 'cobaias' de laboratório têm uma vida muito dura. Em cada ano, entre 50 e 100 milhões destes animais vertebrados são empregues em testes laboratoriais, dissecções e vivissecções  (abertos vivos) promovidos por universidades, centros de pesquisa e indústrias químicas e farmacêuticas. São espetados, queimados, deixados à míngua, impedidos de dormir e submetidos a outros procedimentos  indignos para um ser vivo.

É um sacrifício cruel que tem sido, ao longo dos séculos, alegadamente justificado essencial para o avanço da Ciência e da Medicina; será justo?... Pensamos que é ignóbil!

O Laboratório de Pesquisa Animal da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, um dos defensores destas práticas, argumenta numa das suas publicações que ainda não há computadores nem programas informáticos capazes de criar modelos que reproduzam a alta complexidade das interacções entre  moléculas, células, outros organismos e o meio ambiente. Assim... argumenta a organização, a pesquisa com animais tem de continuar,... em resposta aos movimentos humanistas.

Mas há cada vez mais soluções tecnológicas que permitam dispensar o uso de cobaias. Segundo um artigo da última edição da revista de divulgação científica "Scientific American", a pele humana já está a ser usada para verificar se novos cosméticos e produtos de limpeza oferecem riscos de irritação da epiderme.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que define os métodos de análise da segurança química dos produtos vendidos nos seus países membros (os mais ricos do planeta), aprovou a utilização de três modelos comerciais de pele humana gerada in vitro. Em 2004, modelos similares já tinham sido aprovados para testes de corrosividade.

A tecnologia avança em conjunto com as normas internacionais de modo a reduzir, progressivamente, o sacrifício de animais de laboratório. Um dos principais avanços dos últimos tempos ocorreu no ano passado, quando a União Europeia lanço uma directiva proibindo testar cosméticos e os seus ingredientes em animais, sempre que houver métodos alternativos, salvo poucas excepções.









Fontes:
 -Imagens: Net
 -Elementos traduzidos de revistas 
técnicas avulsas.
 - Informações cedidas na Soc.
Protectora dos Animais 
 

2010-12-16

«FALECEU CARLOS PINTO COELHO, UM LUSÓFONO COM " L " GRANDE »


O B I T U Á R I O


  Carlos Pinto Coelho
JORNALISTA
(1944-2010)


 «O Senhor Acontece»



O jornalista Carlos Pinto Coelho morreu, ontem, aos 66 anos, em Lisboa, na sequência de uma intervenção cirúrgica à aorta no Hospital Santa Marta para onde foi transferido depois de ter sido internado de urgência no Hospital de São José, segundo a agência Lusa.

Gostava que lhe chamassem “O Senhor Acontece”, considerava ser essa “uma forma gentilíssima” de lembrar os nove anos, em que diariamente, acabava o magazine cultural que teve na RTP2, de 1994 a 2003, com a célebre frase: “E assim, Acontece”. O programa foi cancelado pela direcção de José Rodrigues dos Santos.

Carlos Pinto Coelho ficou conhecido pela intervenção na área do jornalismo cultural, mas teve uma carreira abrangente. Começou a sua carreira jornalística no “Diário de Notícias”, como estagiário, em 1968, depois de ter abandonado o curso de Direito no último ano e de ter chumbado na oral de Direito das sucessões.

Além de repórter deste jornal, Carlos Pinto Coelho foi um dos fundadores do diário “Jornal Novo”, foi redactor da Agência de Notícias portuguesa ANI, director executivo da revista “Mais”.

Na rádio foi locutor das estações TSF, Rádio Comercial, Antena1 e Teledifusão de Macau. Na televisão foi chefe de redacção do Informação/2, da RTP2, director de Cooperação e Relações Internacionais, director-adjunto de Informação e director de programas da RTP durante quatro anos.

Na opinião de Joaquim Vieira, que com ele trabalhou, o que mais o distinguiu foi a projecção que deu à cultura. “Era a menina dos olhos dele. E sempre acreditou que viesse alguém que o chamasse a fazer de novo o “Acontece”. É curioso, há hoje na RTP2 uma tentativa de fazer um “Acontece”, o “Câmara Clara”, sem ser um “Acontece”. É o reconhecimento de que o programa fazia sentido e havia necessidade dele. É uma homenagem indirecta a ele”, acrescenta o jornalista Joaquim Vieira.

Pelo programa “Acontece” – que chegou a ser o mais antigo jornal cultural da Europa e acabou depois de uma polémica com o ministro Morais Sarmento que afirmou que seria mais compensador oferecer uma volta ao Mundo a cada espectador - recebeu o Prémio Bordalo e o Prémio do Clube de Jornalismo.

Foi condecorado com o Grau da comenda da Ordem do Infante D. Henrique por Jorge Sampaio, em 2000, e era oficial da Ordem das Artes e das Letras de França (2009).

Carlos Pinto Coelho nasceu em Lisboa mas viveu em Lourenço Marques (agora Maputo, Moçambique) até aos 19 anos, altura em que regressou a Portugal. 

Daí vinha certamente o seu grande interesse pela África lusófona (teve um programa que se chamava “Em Português nos Entendemos”).



Vídeo evocativo sobre a morte de Carlos Pinto Coelho

2010-12-14

« YES WE NEED: ÉTICA... VERDADE e JUSTIÇA... »

 Barack Obama criou um "Comité" especial para enfrentar mais fugas de documentos diplomáticos, tipo WikiLeaks



Barack Obama dizia, há um ano, em Oslo, que se sentia "humilde" por receber o Prémio Nobel da paz e que havia no mundo pessoas que mereciam mais essa distinção. 

Afinal, foi a promessa do que o Presidente dos EUA poderia fazer e não aquilo que verdadeiramente fez que atraiu o Comité do Nobel. E se na altura já pareceu um erro para muita gente, que dizer agora, pouco depois da entrega do Nobel ao activista dos Direitos Humanos chinês, Liu Xiaobo, que não esteve na cerimónia porque está preso na China?

E os últimos 12 meses não foram propriamente pacíficos para Obama. Em relação à política interna, é, actualmente, menos popular que George W. Bush e o único presidente, em meio século, abaixo dele é Richard Nixon, segundo uma sondagem da Gallup. 

Na política externa, tudo parecia perfeito até um australiano chamado Julian Assange desenvolver a WikiLeaks.

Todos os dias, novos documentos secretos que revelam a verdadeira face (também) da diplomacia norte-americana são colocados online, e por muito que os países digam que vão manter a mesma relação com os Estados Unidos da América, nada será o mesmo.

Causa-me alguma impressão - Costa Ribas, por exemplo, há pouco no Telejornal -, que (só) se preocupem  em responsabilizar a autoria das fugas das informações secretas, saber como tal foi possível, e assobiem para o lado [por enquanto?] quanto ao modus operandi... a que o planeta parece ter andado sujeito.



TINA  TURNER
Antes... Agora
... de sempre ...

Aqui, hoje... em palco

We Don't Need Another Hero

[Singer: TINA TURNER]

Out of the ruins
Out from the wreckage
Can't make the same mistake this time
We are the children
The last generation
We are the ones they left behind
And I wonder when we are ever gonna change it
Living under the fear 'till nothing else remains

We don't need another hero
We don't need to know the way home

All we want is life beyond, the Thunderdome

Looking for something we can rely on
There's got to be something better out there:
Love and compassion
Their day is coming
All else are castles built in the air

And I wonder when we are ever gonna change it
Living under the fear 'till nothing else remains
All the children say:

We don´t need another hero
We don't need to know the way home

All we want is life beyond, the Thunderdome

So, what do we do with our lives?
We leave only a mark!
Will our story shine like a light?
Or end in the dark?
Give it all or nothing

We don´t need another hero...

Nós Não Precisamos de Um Outro Herói

Fora das ruínas,
No lado de fora dos escombros,
Não podemos cometer o mesmo erro desta vez.
Nós somos as crianças,
A última geração.
Nós somos aqueles que eles abandonaram para trás.
E eu me pergunto, quando nós vamos mudar,
Vivendo sob o medo, até que nada mais reste...

Nós não precisamos de um outro herói,
Nós não precisamos saber o caminho para casa.

Tudo o que queremos é vida além, a cúpula do trovão

Procurando por algo [em que] possamos confiar,
Tem de haver alguma coisa melhor lá fora.
Amor e compaixão,
O dia deles está chegando.
Tudo mais são castelos construídos no ar...

E eu me pergunto, quando nós vamos mudar,
Vivendo sob o medo, até que nada mais reste...
Todas as crianças dizem:

Nós não precisamos de um outro herói,
Nós não precisamos saber o caminho para casa.

Tudo o que queremos é vida além, a cúpula do trovão.

Então, o quê fazemos com nossas vidas?
Nós deixamos somente uma marca.
Nossa estória brilhará como uma luz
Ou terminará no escuro?
Entregue tudo ou nada.

Nós não precisamos de um outro herói...




TINA TURNER CANTA: «We Don't Need Another Hero»














Fontes
Imagens, poema e tradução: Net
Vídeo: YouTube
1º texto: adaptação do D.N.

2010-12-10

« SCHRECKLICHKEIT?! - ICH BIN NICHT... BERLINER... »

 WILHELM  STIEBER
(1818-1892)

BISMARCK chamava-lhe «o meu rei dos cães de caça». Stieber iniciou a sua carreira como advogado de casos de crime e os contactos com o mundo marginal do crime foram-lhe úteis quando se tornou o primeiro cérebro da 
ESPIONAGEM ALEMÃ


 Placa comemorativa da visita de J.F.K  em Junho de 1963 a Berlim




O título deste post  [para além do repúdio da 1ª palavra - que significa 'medo'/ 'terror'] é contrário à frase proferida no discurso político de John F. Kennedy, em 26 de Junho de 1963, em Berlim Ocidental - Alemanha -, em que disse: "ICH BIN EIN BERLINER"!... Foi considerado o melhor discurso de todos os tempos (...)!!

Sabemos que era a 'Guerra Fria', as feridas da 'Guerra Quente' [ II Mundial ] continuavam por sarar, e a (boa) ideia era o bem intencionado Presidente dos E.U.A., levar à Alemanha uma atitude amistosa. Infelizmente não traduziram bem, e a expressão dada ao Presidente, para ler, foi uma "gaffe"! Assim, porque o significado do que disse tem também outro sentido, o que as pessoas poderão ter entendido foi: " Eu sou uma bola de Berlim!" - um daqueles bolos de massa de farinha frita, que se vendem nas praias, durante o Verão.


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 BISMARCK (1815-1898)  

Decidiu a todo o custo juntar os Estados e construir uma Alemanha unida. Mas primeiro tinha de derrotar os inimigos da Prússia, a Áustria e a França. 
O MILAGRE ALEMÃO. 
STIEBER e os seus espiões, foram de uma ajuda fundamental e preciosa na concretização do tal "Milagre": ganharam todas as campanhas.






Em 1848, o rei Frederico Guilherme da Prússia estava a ser insultado por uma multidão irritada de Berlim. Os ânimos estavam exaltados. De repente, um homem saiu a correr da multidão e gritou para o rei: «Morte ao tirano!». Contudo, quando chegou ao pé do monarca, em pânico, o homem baixou a voz e disse: «Não tenha medo, Majestade. Sou agente da polícia. Os meus homens encontram-se entre a multidão. Farão que nada vos aconteça.»

Depois gritou mais algumas ameaças e puxou o rei para o vão de entrada para o tirar daquela rua. Empurrou o rei e fechou a porta. Uma vez a salvo da multidão, o homem apresentou-se. Chamava-se Wilhelm Stieber.

Stieber era um jovem advogado ambicioso que também trabalhava clandestinamente como espião da Polícia. O rei ficou tão agradecido por aquela fuga que o nomeou comissário da Polícia, dois anos mais tarde. Começou assim a longa carreira de Stieber como cérebro da espionagem.

Os seus maiores feitos ocorreram na década de 1860. Nesse período ajudou o primeiro-ministro, Bismarck, a ganhar duas importantes guerras. A primeira contra a Áustria e a segunda contra a França. A tarefa de Stieber consistia em descobrir a força do inimigo e a sua preparação para a guerra. Não ficava simplesmente sentado a dar ordens. Este sombrio «cão de caça» gostava de tomar parte nas operações.

Antes da guerra contra a Áustria, por exemplo, foi fazer pessoalmente a ronda dos locais destinados às batalhas. Stieber foi disfarçado. Fazia de vendedor com um carregamento de imagens religiosas. Mas, à socapa, vendia coisas mais passíveis de conquistarem a amizade dos soldados e camponeses austríacos que encontrava: fotografias pornográficas.

Antes da guerra contra a França, Stieber voltou a fazer a ronda do território inimigo. Mas desta vez introduziu literalmente milhares de espiões que procuraram exaustivamente depósitos de armas e fortificações de defesa. Fizeram listas dos animais de centenas de quintas, para que as tropas soubessem onde podiam encontrar comida. Este «grau de penetração» era um factor novo no mundo da espionagem. Depois da vitória prussiana, Stieber estendeu os seus serviços por toda a Europa. Recrutou trabalhadores dos caminhos de ferro estrangeiros, assim como criados, operários e pessoal de hotéis. Diversos negócios alemães no estrangeiro encontravam-se a funcionar apenas com espiões. 

Os Serviços Secretos alemães tornaram-se os mais temidos na Europa! Stieber introduziu uma política de SCHRECKLICHKEIT (medo)!... Palavra pouco traduzível, mas que trazia consigo uma grande dinâmica de ...terror! Considerava que os seus espiões podiam matar espiões inimigos como soldados se matam em tempo de guerra! Também elaborou ficheiros sobre a vida das pessoas mais ricas e influentes: podiam ser úteis para casos de chantagem (...).

Wilhelm Stieber morreu em 1892 e no seu funeral estiveram presentes chefes de nações e nobres. Era voz corrente que não tinham vindo apresentar condolências!... mas sim, certificar-se de que o velho cão de caça estava bem morto!

No nosso outro blogue Munho do Alfobre, publicámos em 4.10.2010 um post intitulado «EINHEIT MACHT STARK = A UNIÃO FAZ A FORÇA». [Clique para consultar].

Escreveu-se sobre o sucesso da reunificação da Alemanha dos nossos dias, e recordou-se Otto Eduard Von BISMARCK,  o autor do «Milagre Alemão» e da fórmula usada para a sua concretização, através da aplicação prática da sua histórica máxima: « As grandes questões do nosso tempo não se solucionarão com discursos nem com soluções escolhidas pela maioria, mas com sangue e aço». 

Com Stieber a fazer tijolo, esperemos que os métodos alemães estejam mais humanizados (...)