[ Vox populi vox Dei ]

2010-09-15

« HOMENAGEM aos 120 anos de AGATHA CHRISTIE »

AGATHA CHRISTIE
(Agatha Mary Clarissa Miller)


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A Montblanc, na Edição de Grandes Escritores, apresenta este modelo em homenagem à Escritora que só foi editorialmente ultrapassada pela Bíblia e por Shakespeare


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.(1890 - 1976)

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Agatha Christie nasceu em 15 de Setembro de 1890, numa família bem de vida de Torquay, uma cidade de veraneio na costa oeste da Inglaterra.

Os pais já tinham um filho e uma filha. Depois de adulta, nunca se cansou de apregoar a infância muito feliz que teve.

Cresceu numa grande casa, com imensos jardins e parques à volta, onde se passaram a maior parte das suas histórias que nos conta. Desfrutou de um relacionamento muito agradável e de proximidade com a sua amada mãe que insistiu para que ela tivesse uma educação totalmente caseira, e somente aos 15 anos frequentou uma escola regular.

Conheceu seu primeiro marido, Archibald Christie, num baile. Casaram-se em 1914. Durante a Primeira Guerra Mundial trabalhou como enfermeira voluntária numa farmácia.

Foi o seu primeiro contacto e aprendizado com drogas e venenos, conhecimento que usaria nos seus livros. A filha Rosalind nasceu em 1919. Nessa época também inicia a sua carreira literária.

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Em 1926 atinge a fama com a publicação de "O Assassinato de Roger Ackroyde". No entanto, este foi o período mais infeliz de toda sua vida: Seu marido apaixonou-se por outra mulher e pede o divórcio.

Agatha desaparece por onze dias. Todo país se movimenta à sua procura, e finalmente é localizada num hotel em Harrowgate, não sabendo como lá foi parar como se tivesse perdido a memória. Inicia um tratamento médico. Em 1928 divorcia-se.

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Nesse mesmo ano, durante uma expedição de visita às escavações arqueológicas de Ur, conhece Max Mallowan, 14 anos mais novo que ela. Casam nesse mesmo ano.

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O Médio Oriente foi foco de interesse de Agatha por um bom tempo, e ela sempre acompanhava o marido nas suas escavações e actividades, tomando parte nelas.

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Em 1973, sofre uma queda e encerra as suas actividades literárias.

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Em 12 de Janeiro de 1976, morre de pneumonia.











Lápide tumular
de
Agatha Christie

5 comentários:

Luís Coelho disse...

Mulher fantástica e escritora brilhante.
Nunca passam de moda os seus livros e as suas histórias. Tudo pode acontecer mas ela manobra as personagens como se elas tivessem vida e vontade próprias

Marilu disse...

Querido amigo, Aghata foi uma das maiores escritoras de todos os tempos, eu começava a ler um livro dela e tinha que o terminar, não dava para esperar para o outro dia, ela prendia o leitor à história de uma maneira fascinante.Não posso dizer que li todos os livros, mas uma grande parte. Gostei muito de Morte sobre o Nilo, inclusive virou filme, Crimes ABC, Os elefantes nunca esquecem, e tantos outros. Bela homenagem a essa grande mulher. Beijocas

Austeriana disse...

Li-os todos, adoro o belga Poirot, simpatizo muito com Miss Marple e "The man in the brown suit" é o meu favorito.
A. Christie é uma fantástica contadora de histórias - mesmo com tudo lido, volto a elas muitas vezes.

Luisa disse...

Tudo o que li de Agatha Christie gostei.Hei-de ler o resto da sua obra.

relogio.de.corda disse...

Eu gostava imenso de ver as séries que passavam na TV quando era mais nova.
Para o seu TEMPO, esta senhora foi uma vanguardista, pois esta literatura, estaria mais para o género masculino do que propriamente para uma senhora. Não sei, penso eu...