[ Vox populi vox Dei ]

2009-03-24

TIGRES DE PAPEL

O que vamos expor não é a 'invenção da pólvora', mas achámos curioso verificar como, cada vez mais, a necessidade é mestra de engenhos! Reportamo-nos ao Artigo escrito por Lucília Galha, da Revista Sábado, da semana passada, que intitula: «NÃO FALAM, NÃO ATIRAM, NÃO SE MEXEM».

São 'polícias'(não em greve), mas recortados de cartão, de tamanho real, e que 'espantam' os transgressores da Lei, com a sua presença de 'personalidade formada' na indústria de celulose.

Referenciados no Reino Unido, não são exclusivo, pois também, na Roménia, Nova Zelândia e outros países, "chuis" desta 'nata' artificial, executam missões policiais em que o risco poderá ser uma simples 'camada' de traça do papel.

Não é ideia nova esta, a de engodar com figuras recortadas, pois durante a II Grande Guerra, foram utilizadas "vacas leiteiras" para camuflar de pastagens as posições estratégicas de campos militares e, assim, iludir a aviação Nazi.

Parece que Portugal não tem planos para 'recrutar' elementos policiais com esta 'formação'. Pelo menos, por agora! Gosta tanto de imitar (...)

Porém, nos Açores, segundo a Revista, no ano de 2005 foi incorporado um 'clone' de
polícia, para efeitos de dissuasão ao serviço da PSP. E há notícia de que tem tido
um desempenho positivo, pois fez diminuir a sinistralidade rodoviária nas Ilhas.

Este elemento até nome próprio tem: trata-se do "agente Melo" e não é de cartão, mas
de plástico! Com tanto personalizar o "rapaz", espera-se que não cheguem ao exagero de lhe arranjar uma 'namorada' insuflável! Pensamos que, também não irá navegar nos
Ideais do Sindicalismo!

Lembrando a Luta do Dr.Paulo Portas, na exigência de garantir mais segurança às populações com o recrutamento de mais polícias, esperemos bem que não importem destas ideias estrangeiras, dando-nos "clones" em vez de originais! É que a criminalidade que por aí prolifera, não é de papelão ... e, apesar da 'competência' do "agente Melo", de plástico, mais sólido, será bom, talvez, lá na calmaria das Ilhas! Aqui, que tudo isto não passe de apontamento académico, ou de 'Teatrinho de Robertos', do Conta-Informação.

A Indústria de Celulose entraria em 'retoma' importante com encomendas de "resmas" de efectivos policiais de cartão (Embora só custem entre 10 e 30 euros cada), mas,
esta iniciativa seria só para Exportar para esses países civilizados, onde os'Tigres de Papel' "chegam" para "manter" a ordem!

O receio é este: por aí..., com o 'desenrasca'..., o 'poupar' nos ordenados..., os electrodomésticos Magalhães, quiçá "recortes" de computador, etc. etc., se algum dos senhores, que nos dão exemplos como ordens, quiser, poupar em Segurança, nem que seja com um só colega do "AGENTE MELO", acho que devemos fazer uma "vaquinha" e, comprarmos o
ROBOTCOP (...)

2 comentários:

dRAMOs disse...

ROBOCOP!

hummm... é melhor não termos robots... não vá esses senhores da justiça, que nunca lhes acontece nada por estarem protegidos, condenar robots a 20 anos de prisão por matarem criminosos...

César Ramos disse...

dRAMOs,
Hello!
Valha-nos a ficção para sonhar! É como um crente religioso carregado de Fé: a 'coisa' que move montanhas!

Por definição e em ficção, RobotCop, preso, só de pulseira electónica!! eh eh eh! e era preciso que gostasse de 'piercings'!

Se tivessemos esta tecnologia, tudo se pirava do dito cujo! Mas TUDOOOO !!!...
Do you understand? (...)

Não podiam era chamar-lhe, como ao 'agente dos Açores' (Melo), Senhor Agente MAGALHÃES! Aí, estigmatizado com tal nome, entrava em curto-circuito e desatinava logo na Hora!

Mais valia plastificá-lo, e colocá-lo a "espantar" os 'aceleras'...

Façam valer os v/s direitos, e portem-se o melhor que puderem:
Isto é: BEM